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MICROCRUSTÁCEOS:

Mysidopsis juniae

microcrustáceo utilizado em ensaios agudos com amostras ambientais de água salina, fluidos de perfuração, efluentes, produtos/substâncias químicas e amostras de elutriato e/ou água intersticial de sedimento.

Método utilizado: ABNT NBR 15308.

Fonte: Labtox

Artemia sp.

microcrustáceo utilizado em ensaios agudos com amostras de efluentes, fluidos de perfuração e produtos ou substâncias químicas.

Método utilizado: ABNT NBR 16530.

Fonte: Labtox

OURIÇOS-DO-MAR

Arbacia lixula

Arbacia lixula: embriões de ouriço-do-mar utilizados em ensaios  crônicos com amostras ambientais de água salina, água de produção, efluentes, produtos/substâncias químicas, amostras de elutriato e/ou água intersticial de sedimento e ensaio de interface sedimento/água.

Método utilizado: ABNT NBR 15350.

Fonte: Labtox

Echinometra lucunter

Echinometra lucunter: embriões de ouriço-do-mar utilizados em ensaios crônicos com amostras ambientais de água salina, água de produção, efluentes, produtos ou substâncias químicas, amostras de elutriato e/ou água intersticial de sedimento e ensaio de interface sedimento/água.

Método utilizado: ABNT NBR 15350.

Fonte: Labtox

MICROALGAS

Skeletonema costatum

Skeletonema costatum: microalga marinha utilizada em ensaios crônicos com amostras de efluentes e produtos/substâncias químicas.

Método utilizado: ABNT NBR 16181.

PEIXE

Poecilia sp.

Poecilia sp.: peixe utilizado em ensaios ecotoxicológicos agudos com amostras de efluentes e produtos/substâncias químicas. Metodologia: Kraus et al, 1998

Fonte: Foto retirada da internet

MICROCRUSTÁCEOS

Daphnia similis

Daphnia similis: microcrustáceo utilizado em ensaios agudos com amostras ambientais de água superficial, efluentes e produtos/substâncias químicas.

Método utilizado: ABNT NBR 12713.

Fonte: Labtox

Daphnia magna

Ceriodaphnia dubia

Ceriodaphnia dubia: microcrustáceo utilizado em ensaios ecotoxicológicos crônicos com amostras ambientais de água superficial, efluentes e produtos/substâncias químicas. Método utilizado: ABNT NBR 13373.

Fonte: Labtox

PEIXE

Danio rerio

Danio rerio: peixe utilizado em ensaios ecotoxicológicos agudos com amostras de efluentes e produtos/substâncias químicas. Método utilizado: ABNT NBR 15088.

Fonte: Foto retirada da internet

MICROCRUSTÁCEOS:

Leptocheirus plumulosus

Leptocheirus plumulosus: microcrustáceo utilizado em ensaios  agudos com amostras de sedimento marinho e/ou estuarino e ensaios de contaminação intencional do sedimento em laboratório.

Métodos utilizados: ABNT NBR 15638 e EPA 1644 (Contaminação intencional do sedimento).

Fonte: Labtox

Grandidierella bonnieroides

Grandidierella bonnieroides: microcrustáceo utilizado em ensaios agudos com amostras de sedimento marinho e/ou estuarino e ensaios de contaminação intencional do sedimento em laboratório.

Métodos utilizados: ABNT NBR 15638 e EPA 1644 (Contaminação intencional do sedimento).

Fonte: Labtox

OURIÇOS-DO-MAR
Ensaio com interface sedimento-água

Arbacia lixula
Echinometra lucunter

BIODEGRADABILIDADE AERÓBICA EM ÁGUA DO MAR

O método consiste na exposição de microorganismos naturalmente presentes em água marinha à substância-teste por 28 dias. A porcentagem de biodegradação da substância-teste é determinada com base na concentração de oxigênio dissolvido verificado ao longo do ensaio. Método utilizado: OECD – 306.

BIODEGRADABILIDADE ANAERÓBICA EM SEDIMENTO MARINHO

O método determina a degradação anaeróbica de produtos não aquosos em sedimentos. O ensaio avalia a taxa de biodegradação através do monitoramento da produção de gás resultante da degradação microbiana do produto em sedimento marinho natural. Método utilizado: EPA 1647 (ISO 11734-1995).

A determinação da bioacumulação é realizada a partir do coeficiente de partição de uma substância química nas fases octanol/água (log Kow). O coeficiente de partição de uma substância química é um importante parâmetro em estudos de efeitos desta substância nos ambientes aquáticos, devido à alta correlação apresentada entre este e a bioacumulação em peixes.

O LABTOX está em constante busca pelo desenvolvimento de novas metodologias, através de inovações científicas e projetos de parceria, buscando estabelecer abordagens avançadas que possam aprimorar os ensaios realizados.

Perguntas frequentes - FAQ

1) O que são ensaios ecotoxicológicos?

Os ensaios ecotoxicológicos consistem na exposição de organismos-teste a várias diluições de uma amostra, durante um determinado tempo, avaliando-se os efeitos causados por ela.

2) Qual a importância dos ensaios ecotoxicológicos?

As análises ecotoxicológicas são indispensáveis em estudos de avaliação, controle e monitoramento ambiental. Representam uma importante ferramenta na avaliação dos potenciais efeitos de efluentes, produtos e resíduos sobre o meio ambiente, auxiliando no estabelecimento de limites de emissão de substâncias químicas. Em função disso, as análises ecotoxicológicas estão entre as exigências da atual legislação ambiental.

3) Quais os tipos de ensaios ecotoxicológicos?

- Ensaios ecotoxicológicos agudos – avaliam os efeitos, em geral, severos e “rápidos”, sofridos pelos organismos expostos ao agente químico, em um “curto período de tempo”. Nos ensaios agudos usualmente os critérios de avaliação são a mortalidade e a imobilidade dos organismos-teste.

- Ensaios ecotoxicológicos crônicos – avaliam o efeito sobre os aspectos sensíveis do ciclo de vida, sendo observados os efeitos das substâncias sobre funções fisiológicas ou comportamentais dos organismos como, por exemplo, reprodução, desenvolvimento e/ou crescimento.

4) Com que matrizes ambientais o Labtox realiza ensaios ecotoxicológicos?

- Ensaios ecotoxicológicos com organismos marinhos/estuarinos de coluna de água e de sedimentos.

- Ensaios ecotoxicológicos com organismos dulcícolas (águas de rios e lagos).

5) Além dos ensaios ecotoxicológicos, quais análises o Labtox realiza?

- Ensaios de Biodegradabilidade aeróbica em água do mar.

- Ensaios de Biodegradabilidade anaeróbica em sedimento.

- Determinação de Bioacumulação.